
RPG

Explore o universo de heróis, lendas e escolhas que moldam o destino do reino.
Boardgame
Seja bem vindo!
Entre nas terras de Aflória, um reino de coragem, magia e mistérios.
Desperte sua classe, forme alianças e enfrente o caos que ameaça o Serin — a força vital de toda existência.
O Reino de Aflória RPG Boardgame é mais do que um jogo: é uma experiência imersiva que une cultura popular brasileira, mitologia indígena e folclore nacional em um universo épico e educativo.
Cada personagem, criatura e lenda do jogo foi inspirado em tradições, rituais e histórias que formam o imaginário do Brasil profundo — desde os cantos das florestas amazônicas até os sertões encantados.
Aflória nasce como um território simbólico onde o sagrado e o lúdico se encontram. Nele, a magia é conhecimento ancestral, e o combate é uma metáfora para a resistência cultural dos povos que moldaram nossa identidade. Por meio das classes jogáveis — como Sertanejos, Benzedeiras, Pajés, Guaicurus, Feiticeiras, Malês, Monges e Yaci Yaterê — o jogador vivencia diferentes modos de existir e compreender o mundo, reconhecendo o valor dos saberes tradicionais e das espiritualidades originárias.
Além de seu valor simbólico, o jogo apresenta um sistema próprio e original de regras, criado para equilibrar estratégia, liberdade narrativa e cooperação entre jogadores. Pode ser jogado como boardgame tradicional, em partidas rápidas e desafiadoras, ou como sistema de RPG de mesa, permitindo a criação de campanhas, histórias e jornadas heroicas dentro do universo de Aflória.
Mais do que um entretenimento, o Reino de Aflória é um projeto de valorização cultural, que convida à reflexão sobre nossas raízes e ao reconhecimento das vozes que formam o Brasil mítico e espiritual.
Ao jogar, cada participante se torna guardião do Serin — e, simbolicamente, um defensor da memória dos povos e lendas que resistem no imaginário brasileiro.
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"Aflória é um espelho do que somos, e um chamado para preservar o que não deve ser esquecido".
Reino de Aflória: Onde a magia nasce do equilíbrio entre luz e caos
Entre montanhas que tocam o céu e florestas que sussurram segredos, ergue-se Aflória, um reino moldado pela força do Serin — a energia vital que dá forma à existência.
Aqui, o tempo se dobra diante do destino, e cada passo de um herói pode alterar o fluxo do mundo.
O Serin flui em rios, ventos e corações, sustentando um equilíbrio frágil contra o caos que espreita nas sombras antigas.
Explorar Aflória é viver a batalha entre fé, coragem e poder, onde o verdadeiro inimigo nem sempre empunha uma espada — às vezes, ele habita dentro de nós.
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“O Serin vive em tudo o que existe. Cabe aos heróis decidir se será luz… ou ruína”.

As Tradições: Saberes Ancestrais e o Espírito dos Povos
Aflória respira diversidade. Cada povo honra o Serin à sua maneira — com fé, luta ou sabedoria.
Os Sertanejos cultivam resistência e honra. As Benzedeiras curam com ervas e palavras sagradas.
Os Malês carregam o poder dos antepassados em cânticos e lâminas.
As Feiticeiras e Cucas dançam entre o sagrado e o profano, moldando a energia oculta do mundo.
Os Pajés dialogam com espíritos antigos, os Monges buscam equilíbrio na alma, os Guaicurus dominam os ventos da liberdade, e Yaci Yaterê, o travesso mensageiro, brinca com os fios do destino.
Essas tradições se cruzam em respeito e conflito, criando um mosaico cultural onde magia, crença e poder coexistem como rios que se encontram.
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“Em Aflória, a fé é uma arma. A tradição, um legado”.

As Lendas de Aflória: Os mitos nunca dormem. Eles observam
Nos vales enevoados e nas matas que cantam à noite, as lendas ainda respiram.
Fala-se das Ikamiabas, guerreiras eternas que protegem o coração da floresta.
Do Teju Jagua, o guardião de sete olhos que enxerga o pecado e a coragem.
Do Saci, espírito do vento e da travessura, que move o destino dos homens.
E das Mulas sem Cabeça, Anhangás e Capilobos, ecos de amores, maldições e vinganças.
Essas criaturas são fragmentos do Serin — memórias vivas que interferem no curso dos heróis. Algumas guiam. Outras devoram. Mas todas lembram que Aflória não pertence apenas aos vivos.
“As lendas falam… pare e escuta.”
